Quarta, 21/09/2011

- Tão fundamental quanto a elegância é o desejo de ter estilo. Para o escritor americano Gore Vidal, estilo é saber quem você é, o que quer dizer não dar a mínima para o resto.
- Nunca, portanto, tente copiar o estilo de alguém, imitá-lo literalmente. Estilo vem com certificado de autenticidade.
- “O luxo tem de ser confortável, do contrário, não é luxo. As mulheres devem poder entrar num carro sem estourar as costuras. As roupas devem ter formas naturais” (Gabrielle Chanel).
- A ideia de tudo combinadinho − colar igual a anel, igual a pulseira, igual a brinco − há muito já foi abolida, e o que vale é o gosto pessoal com bom senso para manter equilíbrio e conforto.
- Encontrar a postura correta, sentar-se ou caminhar tranquilamente, expressar-se com naturalidade, revelando concentração ou descontração através dos movimentos é uma possibilidade de ganhar mais segurança para viver.
- Não é educado atrasar, sobretudo em almoço.
- Tem que se tratar e parecer jovem. Esse deve ser o maior investimento da mulher, porque é o que conta, o resto é acessório. A partir daí você deve começar a colecionar coisas que lhe fiquem bem. Eu acho hoje que é melhor ir a uma festa com uma roupa mais velha com que eu me sinta bem e investir mais nos acessórios colocando-os de uma forma especial, que vai ter a minha cara, o meu jeito.
- Hoje o luxo é misturar uma coisa cara, um Prada, um Armani, com peças bem-humoradas e baratas de brechó, da C&A, das feiras. Hoje conta mais o seu desejo de criar uma maneira diferente de ser do que propriamente desfilar por aí só com roupas de grife. As lojas mais populares, como C&A, Riachuelo, Renner e outras, estão todas com moda mesmo, não é mais roupa. A verdade é que hoje você pode se vestir dentro da moda, bonitinha e graciosa, com coisas bem acessíveis. Isso é muito democrático e está acontecendo no mundo inteiro.
- Eu aconselho as pessoas a se olharem mais no espelho. Vejo cada coisa! Usam calças justas demais, de tal forma que as que têm o manequim 2 ou 200 usam o mesmo número. Não dá! É uma coisa exagerada isso que existe aqui no Brasil. Se elas soubessem como sofreriam menos e como ficariam mais bem vestidas com números um pouquinho maiores! Eu acho que elas devem ficar exaustas quando chega o fim do dia (risos).
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